Energias parasitas estavam vagando no vazio. Num momento meu de negatividade elas se aproximaram. Impregnaram minha essência. Sinto-me rasurada, invadida, vigiada.
Nem ele, minha maior fonte de boas energias, conseguiu me ajudar. Amadurecendo é? Tenho uma forte impressão de que essa suposta mulher vai demorar apresentar-se a esse mundo. E se do nada ela surgir, por coisa boa que não vai ser.
Espero que passe logo. Banhar-me com alfazema, escrever, abraçar. Vai passar.
Só espero que não seja o que estou pensando. Já não é hora para tal. E se for, matarei de qualquer maneira (contanto que não venha a machucar-me ou aos que me rodeiam) e para todo o sempre.
Purificarei-me. Libertarei-me.
Naiara Cavalcanti
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